segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

É quase Natal

Sentada à frente da televisão, sou bombardeada por comerciais natalícios, mas que inferno! Por vontade destes abutres qualquer dia o Natal não passa de um simples “Compral”. Felizmente esta é uma doença cuja febre não me atinge, a das compras. Nunca fui adepta da obrigatoriedade dos presentes de seja lá o que for. Tento passar agora isso à minha filha.

Adoro o Natal porque é precisamente nessa época que temos oportunidade de nos juntarmos todos. É aliás a única tradição que mantemos, a da família. Os presentes são só para as crianças mas de ordem simbólica pois gostamos de simular a chegada do Pai Natal, mas o que se transmite sobretudo é a alegria de podermos estar todos juntos, da hora de refeição, das gargalhadas que se soltam pelas piadas atiradas para o ar e que são uma constante. Pregam-se partidas, contam-se as mesmas estórias, partilham-se as tarefas, cultiva-se a vivência e não se fazem cerimónias de qualquer espécie.

Espero que a minha filha possa vive-lo também sempre assim, sem achar que as prendas são mais importante que as pessoas.


Esta maldita televisão é um facto que não me ajuda mesmo nada!

2 comentários:

willyfog disse...

agora já sei porque nao me disses te mais nada . nao gostas de dar prendas heheheh .eu tb nao só lembranças para mais tarde recordar

b disse...

Lol...!!!
Antes pelo contrário, CLARO que gosto de dar prendas e muito. Gosto de dar e receber, receber em mão o momento em que fomos pensados, como poderia não gostar de uma prova do género?

Chateia-me só esta propensão para o consumismo, e as pessoas que não podem dar ou receber presentes, não podem ter um Natal feliz?
Claro que podem!

:o)

Obrigada, por tudo!