domingo, 13 de julho de 2008

passado presente, gravado no céu

Lembro-me de um dia,
Ter acreditado no infinito.
No presente para sempre.
Num amor que é bonito.

Lembro-me de um dia
Ter olhado mais alem
Sem a razão ou fantasia,
De uma alma sem ninguém.

Lembro-me de um dia
Em que o nada não existia
Onde nas pequenas coisas
O tudo prevalecia

Lembro-me de um dia
Em que a noite era o dia
E ontem era o hoje
Pois o tempo não existia

Lembro-me todos os dias
Que as palavras escritas
Lidas em voz alta
Gravam-se no espaço
E tornam-se infinitas.

3 comentários:

lampâda mervelha disse...

A lembrança torna-se perene ao ser.



Quanto à música..

http://music.download.com/radiohead/3600-8691_32-101094098.html?tag=MDL_listing_song_artist

Download free mp3 :)

Bj

b disse...

Restícios compassivos de uma juventude inócua, vivida em forma de sonhos reais por entre a graça de ensejos sensoriais. Experiências também perenes, para além das recordações.

Obrigada pela musica, é linda!

johnnybgood disse...

muito, muito bonito, mas vindo de aqui já é um hábito