terça-feira, 23 de setembro de 2008

b We

Não sou uma pessoa. Sou uma simples coisa que vive no mundo dos objectos. Uso e deixo-me usar. É um sonho. Não, um pesadelo. Às vezes acordo gente. Sinto-me e aos outros. Rio e sorrio, dou e recebo. Cresço e envelheço. O que conta é o Amor. Companhia e amizade. Nós e os outros. Todos. Humano. Humanizar. Acreditar. Ser sem querer parecer. Natureza. Família e Amigos. Pureza. Harmonia. Evolução. Sonho mau. Vazio cheio de nada. Querer. Ter. Superficial. Mais. Ego. Satisfação. Aparência. Confusão. Prazer. Ponto de interrogação.

Vivo num mundo só onde é mau envelhecer. As marcas são feias do tempo passar. Tudo é permitido desde que não seja sabido. Onde tudo se quer e pouco se dá. Onde muitos procuram ser o que não são. Ilusão, desilusão. Contradição. Pessoas que não sabem no que acreditar neste mundo dos porquês. Gente. Somos gente. Cara, nariz, boca, olhos mas também coração. Usem-no. Imperfeitos como somos talvez um dia ainda desapareça. Novos corpos evoluídos, sem emoções nos sentidos.

“Think global, act local”, existe sempre alguém que está mesmo ao nosso lado. Cadeia alimentar de sentimentos. Karma, Darma. Verdade ou consequência. Palavras soltas, ideias loucas. Pessoas poucas, ou talvez não. Afinal de contas, posso nem ter razão. O Mundo é grande e eu, muito pequena.

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