quinta-feira, 23 de abril de 2009

presente sempre pretérito

E o mundo gira, e o tempo passa, e eu fico aqui onde nunca estou sem esperar por nada, e deixo-me ir. Leva-me o vento quente para onde, não sei. E deixo-me ir. Sinto-me tudo por onde passo e nunca fico. E não sinto nada. Sinto-me diferente. Sinto que não sei. Sinto-me eu. Sinto-me bem.

6 comentários:

bono_poetry disse...

...sao restos do mundo somente...
...minguas da generosidade alheia..
..como pintar uma tela sem tintas..
...tentar fazer sorrir o morto...
...aguas que correm ali ao lado...
...o vento leva a noticia...
...o vento so a transporta...
...fica a constancia da viagem...
..sinto-me as x///sinto-me asx..

Maldonado disse...

Ultimamente também me tenho sentido assim... ;)

b disse...

são o que são até deixarem de o serem. estados flutuantes. dispersos.

welcome bono...:-)

b disse...

Maldonado...tb eu...não sei se é bom , ou mau.

paxxxeco disse...

eu como espetei um prego no pé no outro dia...sinto mais a agonia da ferrugem

b disse...

ahahaha!! paxxxeco, ainda não está tempo de andar descalço!!!