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E eu sei lá eu. Não sei. O que? Nada, tudo, qualquer coisa mais ou menos. De tudo um pouco. Assim, assim. Assado. Nada, outra vez. Para quê? O fim não existe para alem de uma interrupção do que se cegue. Não se vê, nem se crê. Não se sabe, nem vai saber. Acontece repetidamente sem que sirva para o que for. Acaso desacaso a que ninguém faz caso. Passa, vazio. O silêncio sente-se frio. Quente, doente. Dura, sem cura. Fim. Principio outra vez. Nada. Não sei. Recebo o que dou. Vou, não fico. Quero. Zero. Começa outra vez. Acaba onde não vês. Horizonte. Atravesso esta ponte. Queres que te conte? Não me lembro. Já não sei. Amor, foi o que te dei...?
3 sapos de quem por aqui passou:
...pois...
...pensas bem...
...capaz de amontoar palavras e sentimentos...
...cada carta traz o que tem...
...cada ele cada ela sem cor ou cheiro...
...cada ele cada ela com fragrancias e dor...
...pois sem nada e com tudo se reserva alguem de estar...
...talvez o sim e o talvez sem...
...talvez o talvez seja de talvez ficar sem estar...
...talvez eu seja o talvez que falta para a certeza do outro talvez,talvez a mais...
...com toda a furia da certeza eu prefiro os talvez que nao chegam e os sim que demoram...
o bono poetry deve ser o melhor amigo do Manzas (pesquisar na net)...o homem que responde em poemas, até quando um pitbull lhe abocanha um testículo.
p.s-já arranjei mais um atrito
lol!!! paxxeco, acertaste muito ao lado, mas que má pontaria!!!
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